terça-feira, 2 de fevereiro de 2010

Arte-Educação

A Capitu - revista eletrônica de Literatura e Cultura - acaba de publicar um artigo meu sobre Arte-Educação: "A educação do sensível no Brasil". Dêem uma olhada: http://www.revistacapitu.com/materia.asp?codigo=155
Saudações.

terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Pierre Mattroux na Festa do Figo

Pierre Mattroux no auditório da Livraria Cultura,maio/09 (foto Luciano Kaizen)


No próximo sábado, 30, estaremos apresentando o espetáculo "Uma noite em Paris", show de Pierre Mattroux que apresenta um panorama dos clássicos da canção francesa, acompanhados por Helena Bardari. O show acontece na Festa da Figo, às 20h. Apareçam, amigos!

quinta-feira, 31 de dezembro de 2009

Os onze chatos da década

1 - Oscar Filho, Rafinha Bastos e TODOS os que fazem stand up comedy!
2 - A turma do Pânico
3 - Ana Maria Braga
4 - Padre Marcelo Rossi
5 - Fernanda Young
6 - Diogo Mainardi
7 - Todas as apresentadoras do SAIA JUSTA
8 - Marta Suplicy
9 - Gerald Thomas
10 - Luciano Huck
11 - Pedro Bial

Meus filmes brasileiros da década

1 - Cidade de Deus, dir. Fernando Meirelles
2 - Lavoura Arcaica, dir. Luis Fernando Carvalho
3 - O invasor, dir. Beto Brant
4 - Santiago, dir. João Moreira Salles
5 - Nina, dir. Heitor Dhalia
6 - O cheiro do ralo, dir. Heitor Dhalia
7 - Estamira, dir. Marcos Prado
8 - Narradores de Javé, dir. Eliane Caffé
9 - Linha de passe, dir. Walter Salles e Daniela Thomas
10 - Bicho de sete cabeças, dir. Lais Bodanzky
11 - Tropa de Elite, dir. José Padilha
12 - Se eu fosse você, dir. Daniel Filho

Meus filmes da década

1 - Pequena Miss Sunshine, dir. Jonathan Dayton
2 - Saraband, dir. Bergman
3 - As horas, dir. Stephen Daldry
4 - Billy Elliot, dir. Stephen Daldry
5 - Encontros e Desencontros, dir. Sofia Coppola
6 - O fabuloso destino de Amélie Poulain, dir. Jean-Pierre Jeunet
7 - Vermelho como o céu, dir. Cristiano Bortone
8 - Dogville, dir. Lars Von Trier
9 - Pão e Tulipas, dir. Silvio Soldini
10 - Amores Brutos, dir. Alejandro Gonzales Iñárritu
11 - 21 Gramas, dir. Alejandro Gonzales Iñárritu
12 - As invasões bárbaras, dir. Denys Arcand
13 - Match Point, dir. Woody Allen

quinta-feira, 24 de dezembro de 2009

Venite, adoremus

(imagem extaída de: pagina-um.blogspot.com)


Adeste fidelis

laeti triumphantis

Venite, venite in Bethlehem

Natum videte

Regem angelorum

Venite adoremus, venite adoremus

Venite adoremus, Dominum

Deum de deo, lumem de lumine

Parturit virgo mater

Deum verum, genitum, non factum

En grege relicto, humiles ad cunas

Vocati pastores approperant

Et nos ovanti gradu festinemus

Ergo qui natus

die hodierna

Iesu, tibi sit gloria

Patris aeterni verbum caro factum

Venite adoremus, venite adoremus

Venite adoremus, Dominum

(tradicional)

sexta-feira, 11 de dezembro de 2009

O Logos encarnado

Saboreio cada página do livro "Deus não existe!" (ed. Vozes, 2008), escrito por Jean-Yves Leloup, ex-monge dominicano, hoje sacerdote ortodoxo (pois foi expulso da Igreja Católica Romana). Leloup é teólogo, PHD em Psicologia e filósofo. A ideia central do livro, profundo, poético e surpreendente, é a de que Deus não existe, ele é (Para Moisés Deus respondeu, "Eu Sou"). Surgiu quando um amigo ateu disse a Leloup: "Deus não existe mas eu rezo para Ele todos os dias". Se Deus existisse, como tudo aquilo que existe, um dia ele teria de deixar de existir. O verdadeiro Deus não existe e toda a apropriação do "verdadeiro" seria uma fábrica de ídolos, por vezes perigosos. Se Deus não for uma experiência de liberdade, ele não passará de uma palavra. Dizer que Deus existe ou não existe é dizer em termos opostos exatamente a mesma coisa. "Não existem mais provas de sua existência do que de sua inexistência", escreve. Destrinchando o Pai Nosso, ele também mostra como Jesus não deu uma resposta intelectual às questões de nossa precária existência, mas sim uma resposta existencial. Leloup entra na minha filosofia de cabeceira, ao lado de Heidegger, Boff e Frei Betto.

domingo, 29 de novembro de 2009

Casais de bem

"Julie & Julia" é um filme leve, divertido, despretensioso e que cumpre o que promete. Além de mais um show de Meryl Streep, cujo nome redunda em boa interpretação (é a melhor atriz americana dos útlimos 50 anos!), o filme é uma celebração à vida. E o mais engraçado é que, mesmo não sendo um melodrama ou romancezinho hollywoodiano, ao contrário de todos os filmes das últimas décadas, nele todos os casais se amam, se dão bem, vivem suas histórias de amor: não há divórcios nem adultérios.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

Série "Barbeiros"

Barbeiros I, 1996
Barbeiros II, 1996

Barbeiros III, 1996


Barbeiros IV, 1996



Barbeiros V, 1996




Barbeiros VII, 1996





Barbeiros VIII, 1996






Barbeiros IX, 1996








Barbeiros X, 1996







Barbeiros XI, 1996










Barbeiros XII, 2001









Jerusalém, 2009











Cairo, 2007













terça-feira, 17 de novembro de 2009

Hai Kai

Quando
a mente
quente
funde no banheiro
A poesia
fria
brota do chuveiro